Ava Adore

Quarta-feira, Outubro 07, 2009


Só do mesmo só...

Não sou nada
Não sou ninguém
Sinto-me sem a espada
Que marca meu triunfo
Que esconde alguém

No principio nada morre
Tudo brilha e nada se corrompe
A fingidora perfeita
A sofredora sem escrúpulos

Não sou nada
Eu sou tudo.
Ando na estrada
E não tenho rumo.

A minha sonata
De amor contido
Que pela cascata de água
Vai sumindo...
Dissolvendo como veneno
Matando aos poucos sem nada deixar.

Entre a vida e a morte
Entre a dor e a sorte
O amor e ódio.
O perdão e a razão
Sem bondade
Sem maldade
Tudo que aos poucos vira pó

Porque não sou ninguém
Por isso vou alem...
Talvez até da verdade
Fingindo uma realidade
Sem medo de sentir vontade
De morrer a qualquer momento
De pura saudades!

De viver só do mesmo só...


Sonhos de uma noite escura

Eternizada no papel,
A marca de uma lagrima deixei
Que com fingimento confesso que chorei
No silencio da noite escura
Entendi o quanto meu amor é sincero.
E que somente em sonhos de noites escuras
Eu desejo e espero
Que você me ajude, me ampare!! Esqueça!!
Tudo somente em sonhos de noites escuras
Onde a marca de uma lagrima sela todo o meu lamento.
Por você não poder me guiar para luz.
Que a solidão não deixa entrar.
Terei que carregar esta cruz
Por ter a débil esperança de te amar
Sem merecer
Sem entender
A pergunta que não para de soar
Porque?
Porque você?
Porque eu tive que te amar?

A perfeita fingidora finge tão completamente que chega a fingir que é amor o amor que deveras sente...


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